sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Nota à um amigo
Há semanas não escuto tua voz, há dias não escuto o meu celular tocar com uma chamada tua, nem se quer uma mensagem eu recebi, há semanas não lhe vejo nas redes sociais me chamando de 'minha vida'.
Deixei tanto pra depois, pra semana que vem, pro mês que vem, pra quando eu tivesse tempo, que hoje eu só posso ter os teus sorrisos nas minhas lembranças, os teus abraços nas minhas saudades, as tuas palavras bobas e soltas na minha casa ou nos quintais e cozinhas que fizeram parte e foram nossos espaços. Queria poder ter te dado o último abraço, mesmo querendo que não fosse o último, queria poder ter tocado o teu rosto quando tu ainda estavas de olhos abertos, enfim, desejo tudo o que a gente viveu e o que planejávamos viver, mas o que dói é que não teremos o depois, nem a semana que vem e nem o próximo mês e que tudo o que desejo ficará apenas na vontade e nas lembranças qua a cada dia ficam mais vivas.
Eu te amei, eu te amo e amarei...eternas saudades suas Iago Xavier...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Myrian Rios causa polêmica
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| Deputada estadual Myrian Rios (PTD - RJ) |
A deputada estadual Myrian Rios (PDT – RJ), na terça-feira (21), se posicionou contra a PEC 23/2007,que a orientação sexual em meio aos direitos fundamentais previstos na Constituição do Rio de Janeiro, sendo sua discriminação punível no estado.
Ao discussar ela disse: “Eu tenho que ter o direito de não querer um funcionário homossexual na minha empresa, se for da minha vontade. Digamos que eu tenho duas meninas em casa, seja mãe de duas meninas, e resolva contratar uma babá. E essa babá mostra que a orientação sexual dela é de ser lésbica. Se a minha orientação sexual não for essa, for contrária, e eu querer demiti-la, eu não posso. Eu vou estar enquadrada nessa PEC, como preconceituosa e discriminativa. Ué são os mesmos direitos" e continuou "o direito que a babá tem de se manifestar da orientação sexual dela como lésbica, eu tenho como mãe, de não querê-la na minha casa, para ser babá das minhas filhas. Me dá licença? São os mesmo direitos. Com essa PEC, eu vou ter que manter a babá na minha casa, cuidando das minhas meninas, e sabe Deus, se ela inclusive não vai cometer a pedofilia com elas. E eu não vou poder fazer nada. Eu não vou poder demiti-la." E não parou por ai, a deputada ainda afirmou que se chegasse a contratar um motorista para seus filhos e que este fosse gay, ele também poderia cometer pedofilia: “Aqui em casa, eu gostaria que meus filhos crescessem pensando em namorar uma menina para perpetuar a espécie, como está em Gênesis. No momento em que eu descobrir que o motorista é homossexual e poderia, de uma maneira ou de outra, tentar bolinar o meu filho, eu não sei. De repente, poderia partir para uma pedofilia com os meninos. Eu não vou poder demiti-lo. A PEC não permite porque eu vou estar causando um prejuízo a esse rapaz homossexual”.
Após todas essas palavras da deputada estadual, nesta última terça-feira (28), Myrian Rios retornou a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) para tentar explicar o que havia dito anteriormente: "Repudio veementemente o pedófilo e não quis igualar o criminoso à homossexualidade, assim como condeno a violência contra os homossexuais",e afirmou ter sido mal interpretada e completou dizendo “não sou uma pessoa preconceituosa”.
Por estas declarações da deputada Myrian Rios (PDT – RJ), o presidente do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT, Cláudio Nascimento afirmou que “homossexualidade e a pedofilia são totalmente distintas entre si" e que "jamais em uma entrevista de emprego devemos levar em consideração a orientação sexual do profissional , mas sim a sua capacidade de execução das tarefas. Tal postura se configura como um atentado violento à cidadania e aos direitos humanos de lésbicas, gays, travestis e transexuais e que deve ser combatida".
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Novela Global Denuncia Homofobia
Cena homofobica em novela das 9 está magnifica .
Parabéns para o autor de Insensato Coração que está abrangendo assuntos e temas polêmicos , a sociedade noveleira precisa saber que pouco a pouco estamos conseguindo fazer valer as nossos direitos , nossas leis .
Faço este post apenas para dar os meus parabéns a Rede Globo e para o autor Gilberto Braga.
Precisamos arrancar de uma vez por todas a venda que tapa os olhos dessa sociedade.
Parabéns para o autor de Insensato Coração que está abrangendo assuntos e temas polêmicos , a sociedade noveleira precisa saber que pouco a pouco estamos conseguindo fazer valer as nossos direitos , nossas leis .
Faço este post apenas para dar os meus parabéns a Rede Globo e para o autor Gilberto Braga.
Precisamos arrancar de uma vez por todas a venda que tapa os olhos dessa sociedade.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Casamento coletivo deve reunir 50 casais gays
O Rio de Janeiro receberá hoje o "maior casamento gay coletivo do mundo", como vem sendo descrita a cerimônia que vai unir 50 casais, às 17h, na Central do Brasil, no centro da cidade. O evento é promovido pelo programa Rio Sem Homofobia, do governo do Estado. Dois terços das uniões estáveis homoafetivas serão celebradas entre mulheres.
Segundo o governo, os secretários estaduais de Meio Ambiente, Carlos Minc, e Cultura, Adriana Rattes, serão os padrinhos dos casais, que podem convidar até cinco familiares para a cerimônia. As uniões serão oficializadas pelo ex-desembargador Siro Darlan e registradas no 6º Ofício de Notas, no auditório do 7º andar do prédio da Central do Brasil.
A cerimônia, segundo o governo, será realizada em comemoração à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu, em 5 de maio, a igualdade de direitos entre uniões homoafetivas e heterossexuais. A ideia é realizar o evento, a partir do segundo semestre, em todas as regiões do Estado.
Segundo o governo, os secretários estaduais de Meio Ambiente, Carlos Minc, e Cultura, Adriana Rattes, serão os padrinhos dos casais, que podem convidar até cinco familiares para a cerimônia. As uniões serão oficializadas pelo ex-desembargador Siro Darlan e registradas no 6º Ofício de Notas, no auditório do 7º andar do prédio da Central do Brasil.
A cerimônia, segundo o governo, será realizada em comemoração à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu, em 5 de maio, a igualdade de direitos entre uniões homoafetivas e heterossexuais. A ideia é realizar o evento, a partir do segundo semestre, em todas as regiões do Estado.
Pastores, padres e adeptos do ecumênismo participarão da Parada Gay
A entidade ecumênica Koinonia está organizando uma caminhada ecumênica na Parada Gay, que acontece no próximo domingo, 26, onde cerca de 200 pessoas devem se juntar ao grupo composto por pastores, padres, mães e pais de santo, seminaristas e leigos católicos e evangélicos para disseminar o discurso anti-homofóbico.
Juntos eles darão voz contra parlamentares cristãos e líderes religiosos que travaram uma batalha com os representantes de direitos humanos e de grupos homossexuais para barrar leis e projetos que beneficiem a homoafetividade e também tentam barrar proposta como o PL 122 que criminaliza toda opinião contrária ao homossexualismo.
De acordo com uma matéria da Revista Isto É, a Paróquia da Santíssima Trindade da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, no centro de São Paulo realiza batismo de homossexuais e a comunidade gay é bem recebida pelos heterossexuais. Isso acontece desde que o pernambucano Arthur Cavalcante assumiu como pároco, em 2005.
“Foi difícil tratar da diversidade sexual, falando para casais protestantes de 50 anos, com todo o peso religioso e a história cultural já vigentes”, conta ele que é um dos presentes ao evento do dia 26.
Além de Arthur Calvacante, o padre inglês James Alison, que mora no Brasil, também estará na Parada Gay. Ele gerou polêmica quando se assumiu como homossexual diante da Igreja Católica que condena a prática e também impõe o celibato aos seus sacerdotes.
“A proporção de gays no clero é muitíssimo maior do que os 4% presentes na sociedade”, diz ele, que, entre outros afazeres, corre o mundo dando palestras em retiros para padres gays.
Fonte: Gospelprime
Juntos eles darão voz contra parlamentares cristãos e líderes religiosos que travaram uma batalha com os representantes de direitos humanos e de grupos homossexuais para barrar leis e projetos que beneficiem a homoafetividade e também tentam barrar proposta como o PL 122 que criminaliza toda opinião contrária ao homossexualismo.
De acordo com uma matéria da Revista Isto É, a Paróquia da Santíssima Trindade da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, no centro de São Paulo realiza batismo de homossexuais e a comunidade gay é bem recebida pelos heterossexuais. Isso acontece desde que o pernambucano Arthur Cavalcante assumiu como pároco, em 2005.
“Foi difícil tratar da diversidade sexual, falando para casais protestantes de 50 anos, com todo o peso religioso e a história cultural já vigentes”, conta ele que é um dos presentes ao evento do dia 26.
Além de Arthur Calvacante, o padre inglês James Alison, que mora no Brasil, também estará na Parada Gay. Ele gerou polêmica quando se assumiu como homossexual diante da Igreja Católica que condena a prática e também impõe o celibato aos seus sacerdotes.
“A proporção de gays no clero é muitíssimo maior do que os 4% presentes na sociedade”, diz ele, que, entre outros afazeres, corre o mundo dando palestras em retiros para padres gays.
Fonte: Gospelprime
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Juiz de Goiás anula união gay e caso volta ao STF
Juiz de Goiás anula união gay e caso volta ao STF
A ordem de um juiz de primeira instância de Goiânia vai obrigar o Supremo Tribunal Federal (STF) a ratificar a decisão que deu aos casais homossexuais os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira prevê para os heterossexuais, incluindo o reconhecimento da união estável.
O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, da 1.ª Vara de Fazenda Pública Municipal de Goiânia, anulou na sexta-feira o contrato de união estável celebrado pelo casal Liorcino Mendes e Odílio Torres num cartório da cidade no dia 9 de maio. Ele agiu por ofício, sem ser provocado.
Villas Boas determinou ainda que todos os cartórios de Goiânia se recusem a escriturar contratos de união entre gays sem que haja uma sentença judicial. Para o juiz, reconhecer este tipo de direito a homossexuais é o "mesmo que admitir que um determinado vocalista de banda de rock fizesse a exposição de seus órgãos íntimos em público".
Ministros do STF ouvidos ontem pelo Estado disseram que já esperavam que isso fosse ocorrer. Agora, aguardam que o casal prejudicado entre com uma reclamação diretamente no STF contra a decisão de Goiânia.
Léo Mendes, como Leorcino é conhecido, confirmou que tomará essa iniciativa. "Tenho medo do ambiente de insegurança jurídica que decisões como essa causam no País", afirmou.
O STF terá de julgar essa reclamação para ratificar a decisão que tomou em 5 de maio, o que poderá inibir outros juízes de proibir a união estável entre homossexuais. "É para confirmar a nossa decisão", disse um ministro do Supremo, que pediu para não ser identificado porque estaria antecipado o voto de um novo julgamento.
Terceiro sexo. O juiz Villas Boas decidiu agir de ofício, ou seja, sem ser provocado por um pedido. Em sua decisão, ele disse que soube pela imprensa da união entre Liorcino e Odílio.
Para Villas Boas, o STF mudou a Constituição sem ter poderes para tanto. Ele se apega ao artigo 226 da Carta que fala da união estável entre homem e mulher. O Supremo, segundo ele, teria criado um "terceiro sexo".
"A ideia de um terceiro sexo (decorrente do comportamento social ou cultural do indivíduo), portanto, quando confrontada com a realidade natural e perante a Constituição Material da Sociedade (Constituição da Comunidade Política) não passa de uma ficção jurídica, incompatível com o que se encontra sistematizado no Ordenamento Jurídico Constitucional", escreveu.
Ao tomar a decisão de reconhecer a união estável entre casais homossexuais, o STF baseou-se, entre outras coisas, no artigo 5.º da Constituição, que diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.
Como até hoje o Congresso não aprovou uma legislação específica para regular a união entre pessoas do mesmo sexo, o STF teria de garantir a essa minoria direitos considerados fundamentais.
Em nota, o presidente em exercício da OAB, Miguel Cançado, afirmou que a decisão do juiz de Goiânia é "um retrocesso moralista".
"As relações homoafetivas compõem uma realidade social que merece a proteção legal", afirmou Cançado.
* Fonte: Estadão.
A ordem de um juiz de primeira instância de Goiânia vai obrigar o Supremo Tribunal Federal (STF) a ratificar a decisão que deu aos casais homossexuais os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira prevê para os heterossexuais, incluindo o reconhecimento da união estável.
O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, da 1.ª Vara de Fazenda Pública Municipal de Goiânia, anulou na sexta-feira o contrato de união estável celebrado pelo casal Liorcino Mendes e Odílio Torres num cartório da cidade no dia 9 de maio. Ele agiu por ofício, sem ser provocado.
Villas Boas determinou ainda que todos os cartórios de Goiânia se recusem a escriturar contratos de união entre gays sem que haja uma sentença judicial. Para o juiz, reconhecer este tipo de direito a homossexuais é o "mesmo que admitir que um determinado vocalista de banda de rock fizesse a exposição de seus órgãos íntimos em público".
Ministros do STF ouvidos ontem pelo Estado disseram que já esperavam que isso fosse ocorrer. Agora, aguardam que o casal prejudicado entre com uma reclamação diretamente no STF contra a decisão de Goiânia.
Léo Mendes, como Leorcino é conhecido, confirmou que tomará essa iniciativa. "Tenho medo do ambiente de insegurança jurídica que decisões como essa causam no País", afirmou.
O STF terá de julgar essa reclamação para ratificar a decisão que tomou em 5 de maio, o que poderá inibir outros juízes de proibir a união estável entre homossexuais. "É para confirmar a nossa decisão", disse um ministro do Supremo, que pediu para não ser identificado porque estaria antecipado o voto de um novo julgamento.
Terceiro sexo. O juiz Villas Boas decidiu agir de ofício, ou seja, sem ser provocado por um pedido. Em sua decisão, ele disse que soube pela imprensa da união entre Liorcino e Odílio.
Para Villas Boas, o STF mudou a Constituição sem ter poderes para tanto. Ele se apega ao artigo 226 da Carta que fala da união estável entre homem e mulher. O Supremo, segundo ele, teria criado um "terceiro sexo".
"A ideia de um terceiro sexo (decorrente do comportamento social ou cultural do indivíduo), portanto, quando confrontada com a realidade natural e perante a Constituição Material da Sociedade (Constituição da Comunidade Política) não passa de uma ficção jurídica, incompatível com o que se encontra sistematizado no Ordenamento Jurídico Constitucional", escreveu.
Ao tomar a decisão de reconhecer a união estável entre casais homossexuais, o STF baseou-se, entre outras coisas, no artigo 5.º da Constituição, que diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.
Como até hoje o Congresso não aprovou uma legislação específica para regular a união entre pessoas do mesmo sexo, o STF teria de garantir a essa minoria direitos considerados fundamentais.
Em nota, o presidente em exercício da OAB, Miguel Cançado, afirmou que a decisão do juiz de Goiânia é "um retrocesso moralista".
"As relações homoafetivas compõem uma realidade social que merece a proteção legal", afirmou Cançado.
* Fonte: Estadão.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
XII Parada do orgulho LGBT-Fortaleza

É galera , ta chegando o dia de mais uma parada gay em Fortaleza.Será no dia 26 de junho.
Com o tema Juntos/as Somos mais Fortes, pela Aprovação do PLC 122/2006 Já!, a XII Parada pela Diversidade no Ceará terá como base de reivindicação a aprovação do Projeto-de-Lei nº 122/06 (tramitando no Senado), que criminaliza a homofobia.
O tema da Parada dialoga com o ideário de unidade entre diversos sujeitos políticos que lutam pela igualdade de direitos, pela força da luta social LGBTT e pela certeza de que o país e toda a sociedade necessitam de uma lei federal que coíba os crimes relacionados à homofobia, a intolerância dirigida a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
http://www.blogger.com/img/blank.gif
Ok ,ok , vamos lindas,cremosas e estilosas nos divertir bastante,saudavelmente e lutar pelos nossos direitos . Mas vamos controlar o alibido em público. hahaha
terça-feira, 7 de junho de 2011
ANVISA continua proibindo homossexuais de doar sangue .
Grupo Matizes e LBL pretendem fazer um protesto contra a decisão em frente ao HEMOPI
O ofício é uma resposta do ministério à solicitação feita pelo Matizes e pela LBL ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no sentido de que fosse rediscutida a proibição imposta pela Anvisa aos homens gays e bissexuais. Quando esteve no Piauí, em fevereiro deste ano, Alexandre Padilha assumiu o compromisso com os militantes do Matizes e da LBL que convocaria as áreas técnicas do Ministério para rediscutir o tema, que é polêmico, havendo, inclusive, questionamento na via judicial.
Eitaa Brasilzão de direitos iguais .Eita Brasilzão sem discriminação .
E agora eu me pergunto ? Onde fica a eficacia de um exame , onde que fica a nescessidade de doação para pessoas que precisam ? Ai que absurdo !
O ofício é uma resposta do ministério à solicitação feita pelo Matizes e pela LBL ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no sentido de que fosse rediscutida a proibição imposta pela Anvisa aos homens gays e bissexuais. Quando esteve no Piauí, em fevereiro deste ano, Alexandre Padilha assumiu o compromisso com os militantes do Matizes e da LBL que convocaria as áreas técnicas do Ministério para rediscutir o tema, que é polêmico, havendo, inclusive, questionamento na via judicial.
Eitaa Brasilzão de direitos iguais .Eita Brasilzão sem discriminação .
E agora eu me pergunto ? Onde fica a eficacia de um exame , onde que fica a nescessidade de doação para pessoas que precisam ? Ai que absurdo !
Lea T é destaque do Fashion Rio ; A primeira top transexual brasileira.


A gata top transexual Lea T ahazou no Fashion Rio .
A audacia não foi pouca e a coragem também não . rsrs
Sim , ela desfilou de biquini ao vivo e a cores , e nem dá pra ver muito volume . hahaha
Dica de filme
À cause D'un Garçon

SINOPSE
Vincent Molina tem 16 anos e é a estrela
da equipe de natação da escola.Vive com os pais, é bom aluno, tem namorada, é bonito, enfim uma vida fantástica. O único problema é que a vida dele é uma grande mentira,ele gosta da namorada, mas na realidade sente-se atraído por outros rapazes. Especialmente Benjamin, o seu novo vizinho.Um grande filme com o Jeremie Elkaim que também entra em “Presque Rien.
Lucky Blue

SINOPSE
O filme conta o envolvimento entre dois jovens – um rebelde e o outro tímido e responsável – durante as preparações para um festival de karaokê em uma vilazinha. Filme muito sensível. O diretor foi muito feliz em todas as escolhas.
Obs. Gente os filmes estão disponiveis para download no site. http://cineg.wordpress.com
Lá tem muito mais.

SINOPSE
Vincent Molina tem 16 anos e é a estrela
da equipe de natação da escola.Vive com os pais, é bom aluno, tem namorada, é bonito, enfim uma vida fantástica. O único problema é que a vida dele é uma grande mentira,ele gosta da namorada, mas na realidade sente-se atraído por outros rapazes. Especialmente Benjamin, o seu novo vizinho.Um grande filme com o Jeremie Elkaim que também entra em “Presque Rien.
Lucky Blue

SINOPSE
O filme conta o envolvimento entre dois jovens – um rebelde e o outro tímido e responsável – durante as preparações para um festival de karaokê em uma vilazinha. Filme muito sensível. O diretor foi muito feliz em todas as escolhas.
Obs. Gente os filmes estão disponiveis para download no site. http://cineg.wordpress.com
Lá tem muito mais.
Adoção
No dia 2 de junho de 2011, José Ricardo Souza (39) e Léo Beone Martins (29), receberam a guarda definitiva do filho Guilherme. Esta está sendo a primeira vez no Brasil em que um casal homoafetivo formado por dois homens, consegue a adoção legal por solicitação do Ministério público. O pedido de adoção foi feito pelo Promotor de Justiça José Olavo Passos, e após três meses e quatro dias a sentença foi dada pela juíza Nilda Margareth Stanieski. O processo, que passou por período de guarda provisória, concessão da mãe biológica e estudo social, resultou em um parecer favorável ao casal.
É por esses casos, que não podemos nos calar, devemos continuar na luta pelos nossos direitos.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Nota ao Leitor
Ando meio cansado de sair na rua com medo , de ir a uma festa com medo , estou cansado de sentir medo por ser quem eu sou . É extremamente fora do normal vivermos sendo diariamente aflingidos e intimidados por uma categoria de pessoas que não respeitam as diferenças e a diversidade social, cultural e sexual. Tenho escutado quase todos os dias notícias em jornais , blogs e outros meios de comunicação sobre violência a homossexuais. Que eu saiba está escrito , registrado na constituição brasileira que tenho o direito de ir e vir . Tenho o direito de ser respeitado como pessoa . Não vivo mais nos tempos de ditadura , mas as vezes me sinto como se fosse.
By: I'Xavier
quarta-feira, 23 de março de 2011
Funcionária demitida por ser transexual
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| Giselle Vuitton. |
O auxiliar administrativo Heverton Camargo de Sousa, 19 anos, afirma ter sido demitido pela Fumec - FACE, universidade particular de Belo Horizonte, por ser transexual.
O jovem trabalhava desde 2007 nesta universidade e em novembro de 2010, passou a ir trabalhar trajando roupas femininas e assumiu o nome de Giselle Vuitton. “Começaram a achar que eu piorei no trabalho e apontaram vários defeitos em mim. Logo depois, eu fui demitido.”, diz o jovem. Em nota, a universidade afirma que a demissão ocorreu por razões profissionais. O desempenho do ex-funcionário nos últimos meses teria sido "insuficiente", e que ele já havia recebido uma carta de advertência há cerca de um ano e meio apontando a necessidade de "maior concentração e foco nas atividades", e diz ainda que não houve discriminação, que outros dois funcionários haviam sido demitidos na mesma data pela mesma razão: uma reestruturação administrativa.
Marisa Campos, presidente da comissão de diversidade sexual da OAB-MG, afirma que várias testemunhas estão a favor de Giselle Vuitton, o que pode ajudá-la em uma ação judicial contra a universidade. Giselle espera que a visibilidade de seu caso sirva como exemplo: “Espero que as empresas sejam mais evoluídas e tolerantes em relação às diferenças, principalmente as universidades, que deveriam ser um exemplo de respeito às diversidades.”
quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
PLC 122 desarquivado
A senadora Marta Suplicy (PT), havia nesta segunda-feira, dia 07/02, protocolado o requerimento para desarquivar o PLC 122/06, projeto no qual criminaliza a homofobia no Brasil. Após a senadora conseguir as 27 assinaturas para o requerimento, nesta terça-feira, dia 08/02, com sessão presidida pelo senador Wilson Santiano (PMDB-PB), o PLC 122/06 foi desarquivado.
Com o projeto desarquivado, já demos o primeiro passo, o caminho agora é continuarmos na luta para a aprovação do PLC. E isso não pode passar deste ano. Alguns estados como São Paulo, já estão fazendo seus movimentos. No dia 19/02, sábado, acontecerá a Marcha contra a Homofobia e de apoio ao PLC 122/06, na Praça do Ciclista, que fica no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua da Consolação. É importante a união dos LGBTTs para essa luta, precisamos que essa lei seja votada e aprovada, para que se torne crime o preconceito aos homossexuais no nosso país.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Crimes homofóbicos crescem a cada ano
| Millicent Gaika |
E esses tipos de crime, logicamente não param somente no Brasil. No ano passado, na África do Sul, Millicent Gaika, 30 anos, foi estrangulada e estuprada por cinco horas em seu apartamento, por um homem que dizia estar curando-a da homossexualidade. No país, em média ocorrem 520 “estupros corretivos”, por ano. Um quarto das meninas sul-africanas são estupradas antes dos 16 anos, elas tem mais chances de serem estupradas do que aprenderem a ler. Infelizmente, esse tipo de ato é comum por lá. 62% dos meninos com mais de 11 anos, não acreditam que forçar alguém a fazer sexo, seja um ato de violência. Nenhum homem foi condenado por esse tipo de crime na África do Sul, e por isso ativistas fazem o possível para que os casos cheguem às autoridades máximas e que sejam tomadas as providências. Para isso, foi encaminhada uma petição que contou com mais de 140.000 assinaturas, obrigando o governo do país a fazer um pronunciamento em televisão nacional, porém, as demandas ainda não foram respondidas concretamente.
É por esses casos como de Millicent Gaika, na África do Sul, e como tantos outros, que não podemos fechar os olhos e ficar em silêncio. Devemos nos unir e irmos às ruas, para mostrar às autoridades o quanto o povo não se cala e não se esconde, diante de tanta atrocidade, intolerância e desigualdade, existente em nosso país e no mundo. Levantemos nossas bandeiras e vamos à luta!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Vivemos em questionamentos constantes e é neles que possuímos nossas opiniões. Estamos em mudanças, mas por que insistimos em continuar respirando o tradicionalismo?
Já ultrapassamos algumas barreiras, como também vencemos alguns preconceitos que foram impostos em nossa sociedade, mas infelizmente ainda existe muita intolerância e preconceito entre os gays. Afinal, estamos achando poucas as rejeições que já passamos? Parece que sim. Há discriminação aonde deveria estabelecer a união, e estas vão de futilidades a extremos. Um gay rejeita os travestis ou os mais afeminados, entre as lésbicas também existe o preconceito entre as mais meninas e as “boyzinhas”, os gays brancos muitas vezes não toleram os negros, os assumidos rejeitam os que ainda ficam “presos no armário”, como se já tivessem nascido e fora a questão econômica, os pobres sofrem mais preconceitos do que os ricos, assim como na maioria da sociedade. O povo aplaude uma famosa por ter beijado outra mulher mundialmente e quando vira as costas sente nojo de um casal de meninas se beijando, a multidão glorifica um famoso por ter adotado uma criança, enquanto várias vezes rejeitam um casal gay qualquer que gostaria de ter tido filhos. Os valores estão cada vez mais distorcidos e sem razões. Como é que queremos respeito, se nem entre os subgrupos da comunidade gay consegue-se firmar a união?
Precisamos nos libertar da tradição, abrir nossas cabeças, deixarmos de machismos e feminismos que só trazem o individualismo, entregar ao passado essa guerra de valores e a intolerância, queremos a igualdade, necessitamos sentir o amor entre nós e através dele poder respeitar. Quebremos primeiro os nossos preconceitos internos, para que um dia possamos sentir a verdadeira liberdade.
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